

A instalação será construída conjuntamente em oito mutirões coordenados pela arquiteta Danielle Aquino e a artista plástica Mirna Rolim. A aparência e os significados que o trabalho terá serão frutos da contribuição que cada participante dos mutirões trouxer. Temos algumas ideias iniciais para termos de onde partir:
- A estrutura de cúpula, o tamanho e o material usado (o barro), são uma maneira de recriarmos juntos um espaço de acolhimento que a própria natureza nos oferece, daí o nome da instalação, como se construíssemos juntos o ventre de terra daonde viemos.
- A possibilidade de incrustrar no barro, ao longo do processo, objetos trazidos pelos participantes dos mutirões (conchas, garrafas, plástico, qualquer objeto que traga significados para a construção e que não seja perecível), vem como símbolo da união de histórias e forças individuais para formar uma história coletiva.
- A construção será feita coletivamente, pois trata-se de uma maneira de juntos povoarmos o espaço coletivo com o diálogo de significados pessoais.
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